sábado, 13 de janeiro de 2018

Os poderes do Estado e as respectivas funções

A humanidade recusou o governo de Deus, mormente o povo judeu, ao exigir um Rei:
“Quando, porém, disseram: "Dá-nos um rei para que nos lidere", isso desagradou a Samuel; então ele orou ao Senhor.  E o Senhor lhe respondeu: "Atenda a tudo o que o povo está pedindo; não foi a você que rejeitaram; foi a mim que rejeitaram como rei. Assim como fizeram comigo desde o dia em que os tirei do Egito até hoje, abandonando-me e prestando culto a outros deuses, também estão fazendo com você. Agora atenda-os; mas advirta-os solenemente e diga-lhes quais direitos reivindicará o rei que os governará.”  (1 SAMUEL 8. 6-7). Grifo nosso.
Desde então, humanismo, democracia, tudo tem afastado o ser humano da Palavra de Deus, motivo pelo qual instalou-se o caos na sociedade capitalista globalizada.
"Art. 2º São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário."

Constituição Federal da República Federativa do Brasil


O Estado é um só, entretanto, como desempenha funções diversas, revela-se como Estado-administrador, Estado-legislador e Estado-juiz, a desempenhar as funções de administrar, legislar e julgar.

A exigência da divisão ou repartição das funções estatais em órgãos distintos passou a ser efetivamente considerada a partir do final do século XVIII, com a queda do absolutismo monárquico e o surgimento do constitucionalismo moderno, pois o ser humano é incapaz de exercer com justiça tantos poderes concentrados em sua única pessoa, sem incorrer em abuso de poder.

No clássico "Do espírito das leis" (Montesquieu, 1748), conforme as lições de John Locke "Segundo tratado do governo civil", somente o poder poderia conter o poder, premissa que originou a tripartição orgâ.nica das funções estatais, desenvolvimento das funções estatais típicas concebidas por Aristóteles "A política", desde a Antiguidade clássica, que já previa o seu exercício por órgãos distintos: 

                        a) Poder Legislativo (órgão legislativo): responsável pela criação das leis, de modo a produzir inovação na ordem jurídica, através da edição de comandos gerais e abstratos;

                          b) Poder Executivo (órgão executivo): desempenha a função administrativa:

                 c) Poder Judiciário (órgão judiciário): competente para dirimir os conflitos de interesse. (julgamento).

Segundo José Afonso da Silva, dois são os fundamentos do princípio da separação dos poderes funcionais: especialização funcional e independência orgânica.  Entretanto, hoje procura-se atingir a coordenação e a harmonização, como fundamento da estabilidade política.

Cada poder desempenha a tua função típica e atípicas, e aliado ao sistema de freios e contrapesos "checks and balances", permite a almejada independência e harmonia referidas no art. 2º da Constituição Federal.


Sobre Poderes do Estado e respectivas funções, formas de Estado e formas e sistemas de governo, marque a única opção correta.
Sobre Poderes do Estado e respectivas funções, formas de Estado e formas e sistemas de governo, marque a única opção correta.







sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Ortografia oficial - Exercícios com gabarito






1. (IBGE) Entre as opções abaixo, somente uma completa corretamente as lacunas apresentadas a seguir. Assinale-a: Na cidade carente, os .......... resolveram .......... seus direitos, fazendo um .......... assustador.

a) mendingos; reivindicar; rebuliço
b) mindigos; reinvidicar, rebuliço
c) mindigos; reivindicar, reboliço
d) mendigos; reivindicar, rebuliço
e) mendigos; reivindicar, reboliço


2. (IBGE) Assinale a opção em que todas as palavras se completam adequadamente com a letra entre parênteses:
a) en.....aguar / pi.....e / mi.....to (x)
b) exce.....ão / Suí.....a / ma.....arico (ç)
c) mon.....e / su.....estão / re.....eitar (g)
d) búss.....la / eng.....lir / ch.....visco (u)
e) .....mpecilho / pr.....vilégio / s.....lvícola (i)

3. (TRE-SP) Foram insuficientes as ....... apresentadas, ....... de se esclarecerem os ...... .

a) escusas - a fim - mal-entendidos
b) excusas - afim - mal-entendidos
c) excusas - a fim - malentendidos
d) excusas - afim - malentendidos
e) escusas - afim - mal-entendidos

4. (TRE-SP) Este meu amigo .......... vai ..........-se para ter direito ao título de eleitor.

a) extrangeiro - naturalizar
b) estrangeiro - naturalisar
c) extranjeiro - naturalizar
d) estrangeiro - naturalizar
e) estranjeiro - naturalizar

5. (TTN) Assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretamente grafadas:
a) quiseram, essência, impecílio
b) pretencioso, aspectos, sossego
c) assessores, exceção, incansável
d) excessivo, expontâneo, obseção
e) obsecado, reinvidicação, repercussão

6. (FT) A alternativa cujas palavras se escrevem respectivamente com -são e -ção, como "expansão" e "sensação", é:

a) inven..... / coer.....
b) absten..... / asser.....
c) dimen..... / conver.....
d) disten..... / inser.....
e) preten..... / conver..

7. (U-UBERLÂNDIA) Das palavras abaixo relacionadas, uma não se escreve com h inicial. Assinale-a:

a) hélice
b) halo
c) haltere
d) herva
e) herdade

8. (EPCAR) Só não se completa com z:

a) repre( )ar
b) pra( )o
c) bali( )a
d) abali( )ado
e) despre( )ar

9. (EPCAR) Completam-se com g os vocábulos abaixo, menos:

a) here( )e
b) an( )élico
c) fuli( )em
d) berin( )ela
e) ti( )ela

10. (BB) Alternativa correta:

a) estemporanêo
b) escomungado
c) esterminado
d) espontâneo
e) espansivo

GABARITO
1. D
2. B
3. A
4. D
5. C
6. D
7. D
8. A
9. D
10. D

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Como identificar um verdadeiro cristão


                  Nosso Deus nos ama de tal maneira que nos criou à tua “imagem e semelhança” (GÊNESIS 1. 26a): “Então Deus determinou: Façamos o ser humano à nossa imagem, de acordo com a nossa semelhança” (GÊNESIS 1. 26a, KJA); e anseia, após o sacrifício de Cristo na cruz - ”Está consumado!” (JOÃO 19. 30, NVI) – que sejamos todos seus imitadores, como muito bem coloca Paulo: “Tornem-se meus imitadores, como eu o sou de Cristo.” (1 CORÍNTIOS 11. 1, NVI).  Esse, precisamente, o nosso papel, retornar à comunhão perfeita com o nosso amado Pai: “O homem e sua mulher viviam nus, e não sentiam vergonha.” (GÊNESIS 2. 25, NVI).

                  

                        Para cumprirmos nosso propósito em Deus: “e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra.” (Grifo nosso; GÊNESIS 1. 26c, ACF) precisamos andar com Deus, e não se esconder dele, como ainda hoje fazemos (a começar de mim): “Vendo-se o povo diante dos trovões e dos relâmpagos, e do som da trombeta e do monte fumegando, todos tremeram assustados. Ficaram à distância e disseram à Moisés: “Fala tu mesmo conosco, e ouviremos. Mas que Deus não fale conosco para que não morramos.” (Grifo nosso; ÊXODO 20. 18, NVI); “Não és tu também, um dos discípulos dele?” Pedro nega dizendo: “Não, eu não sou!” (JOÃO 18. 25b); “Eis que estou à porta e bato” (APOCALIPSE 3. 20a, KJA).



                        Para nos aproximarmos de Deus, e vivermos imitando a Cristo, precisamos conhecê-lo, a partir de tua Palavra, que inclusive nos criou (ninguém nos conhece melhor), razão pela qual necessitamos desenvolver intimidade com Deus: “Tu, porém, quando orares, vai para teu quarto e, após ter fechado a porta, orarás a teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente.” (Grifo nosso; MATEUS 6. 6, KJA).



                       Na atual conjuntura de uma sociedade capitalista globalizada, que persegue o bezerro de ouro (ÊXODO 32. 1-4), com sacerdotes a pedir ouro (ÊXODO 32. 2), precisamos desenvolver uma rotina diária de estudo da Palavra de Deus e de oração, a fim de que possamos conhecer e imitar Cristo, de modo que todos vejam a luz dele em nós (ÊXODO 34. 35).  Em consequência, precisamos dedicar tempo ao SENHOR, a fim de que, de fato, sejamos reconhecidos como verdadeiros cristãos: “Depois de jejuar quarenta dias e quarenta noites, teve fome.” (MATEUS 4. 4, KJA).  Somente na Palavra de Deus obtemos o caminho para a libertação deste “sistema mundial em trevas” (EFÉSIOS 6. 12), até o momento em que Cristo retornará para nos buscar para vivermos para sempre com Ele na Nova Jerusalém: “Felizes os que lavam as suas vestes, e assim têm direito à árvore da vida e podem entrar na cidade pelas portas.” (Grifo nosso; APO 22. 14a, KJA).

                      

  



             

BIBLIOGRAFIA



A BÍBLIA SAGRADA, traduzida em Português por JOÃO FERREIRA DE ALMEIDA, edição corrigida e revisada, fiel ao texto original. Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil: São Paulo, 2011.



BÍBLIA KING JAMES ATUALIZADA (KJA): Tradução dos manuscritos nas línguas originais do Tanakh (Bíblia Hebraica), e o B´rit Hadashah (Novum Testamentum Graece), de acordo com o estilo clássico, majestoso e reverente da Bíblia King James (Authorized Version), de 1611.  Tradução e revisão permanente a cargo do Comitê Internacional de Tradução da Bíblia King James para a língua portuguesa, sob a direção da Sociedade Bíblica Ibero-Americana & Abba Press no Brasil. Abba Press: São Paulo, 2012.



BÍBLIA SAGRADA Vida Melhor. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2014.



Vida Cristã Vitoriosa. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2010.                      

domingo, 21 de maio de 2017

Nada de novo debaixo do sol


                            Os meios de comunicação do Brasil encontram-se, há alguns anos, abarrotados de notícias que comprovam a corrupção e o estágio deplorável a que chegaram as instituições políticas de todos os poderes da República.



                           Desde que o ser humano desobedeceu a Palavra de Deus, através da conduta de Adão e Eva, iludidos pela serpente, percebemos que embora criados “à imagem e semelhança” (GÊNESIS 1. 26) de Deus, afastamo-nos progressivamente de nosso propósito de dominar sobre todos os seres, inclusive “sobre todo o réptil que se move sobre a terra.” (GÊNESIS 1. 26).



                          Nossa raiz de desobediência à Palavra de Deus manifestou-se de tal maneira durante a História, que o povo eleito através de Abraão, passou a cultuar, desde então, numa manifestação primeira de idolatria, o “bezerro de ouro”, consoante nos relata Moisés:

“Mas vendo o povo que Moisés tardava em descer do monte, acercou-se de Arão, e disse-lhe: Levanta-te, faze-nos deuses, que vão adiante de nós; porque quanto a este Moisés, o homem que nos tirou da terra do Egito, não sabemos o que lhe sucedeu.
E Arão lhes disse: Arrancai os pendentes de ouro, que estão nas orelhas de vossas mulheres, e de vossos filhos, e de vossas filhas, e trazei-mos.
Então todo o povo arrancou os pendentes de ouro, que estavam nas suas orelhas, e os trouxeram a Arão.
E ele os tomou das suas mãos, e trabalhou o ouro com um buril, e fez dele um bezerro de fundição. Então disseram: Este é teu deus, ó Israel, que te tirou da terra do Egito.” ÊXODO 32. 1-4. (Grifos nossos)



                           Desde então, o ser humano passou a perseguir bens materiais, afastando-se do teu propósito em Deus, objetivo que restou maximizado com o advento da sociedade capitalista globalizada, onde os seres humanos buscam prestígio, poder e riqueza, completamente distantes de tua essência, mas ao revés, sem Cristo, resultamos no pó da dispersão, da desorganização, do despropósito:

“No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás.” GÊNESIS 3. 19.



                            A humanidade recusou o governo de Deus, mormente o povo judeu, ao exigir um Rei:

“Quando, porém, disseram: "Dá-nos um rei para que nos lidere", isso desagradou a Samuel; então ele orou ao Senhor.  E o Senhor lhe respondeu: "Atenda a tudo o que o povo está pedindo; não foi a você que rejeitaram; foi a mim que rejeitaram como rei. Assim como fizeram comigo desde o dia em que os tirei do Egito até hoje, abandonando-me e prestando culto a outros deuses, também estão fazendo com você. Agora atenda-os; mas advirta-os solenemente e diga-lhes quais direitos reivindicará o rei que os governará.”  (1 SAMUEL 8. 6-7). Grifo nosso.



                         Dessa forma, progressivamente ao longo de História, o ser humano foi se afastando de Deus, criando mecanismos de governo, e substituindo um governante que tudo sabe por obras humanas limitadas, imperfeitas, falíveis, sob a ilusão do pecado original, pois continua a querer conhecer “o bem e o mal”, quando o nosso papel é simplesmente obedecer aos mandamentos (ÊXODO 20), a forma de vida que Deus escreveu com o próprio dedo e entregou a Moisés no Monte Sinai.



                         Entretanto, como poderíamos nos despir de nossa própria essência, através de comportamento tão contrário às escrituras, de forma exitosa?  Não espanta, que ao conceber uma forma e um sistema de governo baseados no coração enganoso e corrupto do ser humano, todas as tentativas de divisão e de separação de poderes, através da ilusão de sua harmonia teórica e normativa, resultaram em ineficiência administrativa, vez que apenas o nosso criador, onipotente, onisciente e onipresente sabe o que é melhor para nós:

“Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês', diz o Senhor, 'planos de fazê-los prosperar e não de causar dano, planos de dar a vocês esperança e um futuro.”  JEREMIAS 29. 11.



                         Ademais, todas as tentativas humanistas e democráticas de governo falham numa premissa essencial: desde Adão e Eva não sabemos exercer a liberdade com que fomos dotados sem o auxílio do Espírito Santo, em outras palavras: não sabemos escolher:

“Irmãos, vocês foram chamados para a liberdade. Mas não usem a liberdade para dar ocasião à vontade da carne; ao contrário, sirvam uns aos outros mediante o amor.” GÁLATAS 5. 13.



                       Portanto, que aproveitemos a óbvia impotência humana para nos voltar para Deus, no escopo de restaurar a comunhão perfeita que tínhamos com o criador antes de pecarmos (GÊNESIS 2. 25), através da modificação de nossa postura, em consonância com o fato de que dependemos completamente daquele que tem em suas mãos o controle da História, para deixarmos de querer conhecer, para simplesmente obedecer:

“Disse então ao homem:
'No temor do Senhor
está a sabedoria,
e evitar o mal é ter entendimento' ".  JÓ 28. 28



                          Afinal, a única forma de nos salvar é deixar o Cristo assumir o controle de nossas vidas (APOCALIPSE 3. 20), através do arrependimento, da lavagem de nossas vestes no “sangue do Cordeiro” (APOCALIPSE 22. 14), pois deseja nos salvar a todos (1 TIMÓTEO 2. 4), e por mais que nos esforcemos em nos modificar, evoluir, a Palavra do Eterno nos garante:

“O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol.” ECLESIASTES 1. 9.


domingo, 4 de setembro de 2016

Por que não sou um Mórmon


                         Nosso Deus nos ama de tal maneira que nos criou para dominar sobre toda a terra: “Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a;” (GÊNESIS 1, 28b, ACF), dotados de liberdade: “Ora, o Senhor é o Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade;” (II CORÍNTIOS 3, 17, ACF); “Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção para filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai.” (ROMANOS 8, 15, ACF); “Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade  para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor.” (GÁLATAS 5, 13, ACF).



                        Nosso Pai não precisa de nossa adoração, pois se encontra assentado no trono no céu, adorado incessantemente por todas as criaturas celestiais: “Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas.” (APOCALIPSE 4, 11, ACF); “Santo, Santo, Santo, é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, que era, que é, e que há de vir.” (APOCALIPSE 4, 8b, ACF).  Nós sim, dependemos dEle, inclusive para existir, pois fomos criados por Ele: “E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança;”(GÊNESIS 1, 26a, ACF). 



                        Somente um Deus poderoso, amoroso, misericordioso, poderia desejar a nossa salvação: “Porque isso é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, que quer que todos os homens sejam salvos, e venham ao conhecimento da verdade.” (I TIMÓTEO 2, 3-4, ACF); porquanto ingratos, humanos, imperfeitos, pecadores, não sabemos lidar com o dom divino da liberdade, e ao invés de assegurar o meio-ambiente ecologicamente equilibrado da criação, insurgimo-nos contra as demais criaturas; e concebemos um sistema humano que assegura a liberdade de crença como direito humano: “Artigo 2. 1. Todo ser humano tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidos nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, idioma, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição.” (Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948); porta aberta a todo espírito de engano, dúvida e exitação.



                       Nesta perspectiva, sempre que o ser humano ouviu outro ser humano, e desobedeceu a Deus, colheu maldição: “E ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.” (GÊNESIS 2, 16-17, ACF); “Então disse Adão: “A mulher que me deste por companheira, ela me deu da árvore, e comi.” (GÊNESIS 3, 12, ACF); “E a Adão disse: Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher, e comeste da árvore que te ordenei, dizendo: Não comerás dela, maldita é a terra por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias de tua vida...” (GÊNESIS 3, 17-19, ACF).



                       Portanto, porque deveria ouvir e crer em Joseph Smith, que teria recebido “comunicação de Deus com os antigos habitantes das Américas, O livro de Mórmon, profeta-historiador que contém um relato de duas grandes civilizações: Uma veio de Jerusalém no ano 600 a.C. e posteriormente se dividiu em duas nações, conhecidas como nefitas e lamanitas, principais antepassados dos índios americanos. A outra veio muito antes, quando o Senhor confundiu as línguas na Torre de Babel. Este grupo é conhecido como jareditas.  Depois de terminar seus escritos, Mórmon entregou o relato a seu filho Morôni, que acrescentou algumas palavras suas e ocultou as placas no Monte Cumora.  A 21 de setembro de 1823, o mesmo Morôni, então um ser ressurreto e glorificado, apareceu ao Profeta Joseph Smith e instruiu-o a respeito do antigo registro e da tradução que seria feita para o inglês.” (O Livro de Mórmon, INTRODUÇÃO, grifo nosso).



                      O livro de Mórmon, consoante a sua INTRODUÇÃO, “contém a plenitude do evangelho eterno.  O acontecimento de maior relevância registrado no Livro de Mórmon é o ministério pessoal do Senhor Jesus Cristo entre os nefitas, logo após sua ressurreição.  O livro expõe as doutrinas do evangelho, delinea o plano de salvação e explica aos homens o que devem fazer para ganhar paz nesta vida e salvação eterna no mundo vindouro.”  Entretanto, colide frontalmente com o Evangelho, porquanto o único ser digno de glória é o Senhor Jesus Cristo: “E vi um anjo forte, bradando com grande voz: Quem é digno de abrir o livro e de desatar os seus selos?  E ninguém no céu, nem na terra, nem debaixo da terra, podia abrir o livro, nem olhar para ele.  E eu chorava muito, porque ninguém fora achado digno de abrir o livro, nem de o ler, nem de olhar para ele.  E disse-me um dos anciãos: Não chores; eis aqui o Leão da tribo de Judá, a raiz de Davi, que venceu, para abrir o livro e desatar os seus sete selos. (...) E olhei, e ouvi a voz de muitos anjos ao redor do trono, e dos animais, e dos anciãos; e era o número deles milhões de milhões, e milhares de milhares, que com grande voz diziam: Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graças.  E ouvi a toda criatura que está no céu, na terra, e debaixo da terra, e que estão no mar, e todas as coisas que neles há, dizendo: Ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro, sejam dadas ações de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre.” (APOCALIPSE 5, 2-5, 11-13, ACF).



                       Tal contradição com a Bíblia Sagrada se exponencia ao percebermos a advertência do Senhor, desde que falou a Moisés, na oportunidade em que lhe comunicou os mandamentos no cume do Monte Sinai, dentre os quais se destaca, pelo presente contexto de exclusividade da divindade do Senhor nosso Deus: “Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão.  Não terás outros deuses diante de mim.” (ÊXODO, 20, 2-3, ACF).  O próprio Jesus Cristo já nos advertira: “Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos.” (MATEUS 24, 24, ACF).



                      O Livro de Mórmon é tão humano, que necessita de testemunhas, que declaram, dentre outros aspectos: “Saibam todas as nações, tribos, línguas e povos a quem esta obra chegar, que nós, pela graça de Deus, o Pai, e de nosso Senhor Jesus Cristo, vimos as placas que contém este registro, que é um registro do povo de Néfi e também dos lamanitas, seus irmãos, e também do povo de Jarede, que veio da torre da qual se tem falado.  E sabemos também que foram traduzidas pelo dom e poder de Deus, porque assim nos foi declarado por sua voz; sabemos, portanto, com certeza, que a obra é verdadeira.  E também testificamos que vimos as gravações feitas nas placas; e que elas nos foram mostradas pelo poder de Deus e não do homem.  E declaramos solenemente que um anjo de Deus desceu dos céus, trouxe-as e colocou-as diante de nossos olhos, de maneira que vimos as placas e as gravações nelas feitas e sabemos que é pela graça de Deus, o Pai, e de nosso Senhor Jesus Cristo que vimos e testificamos que estas coisas são verdadeiras. (...)” (DEPOIMENTO DE TRÊS TESTEMUNHAS: OLIVER COWDERY, DAVID WHITMER, MARTIN HARRIS); “Saibam todas as nações, tribos, línguas e povos a quem esta obra chegar, que Joseph Smith, Jr., o tradutor desta obra, mostrou-nos as placas mencionadas, que têm a aparência de ouro; e que manuseamos tantas páginas quantas o dito Smith traduziu; e que também vimos as gravações que elas contêm, as quais nos parecem ser uma obra antiga e de execução esmerada. (...)” (DEPOIMENTO DE OITO TESTEMUNHAS: CHRISTIAN WHITMER, JACOB WHITMER, PETER WHITMER, JR., JOHN WHITMER, HIRAM PAGE, JOSEPH SMITH, SÊNIOR, HYRUM SMITH, SAMUEL H. SMITH).

                        Ademais, de nada mais necessitamos além da Palavra do Senhor, para saber o plano perfeito da salvação de todos os que crêem no Senhor Jesus Cristo, bem como para ganhar paz nesta vida para todo o sempre: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (JOÃO 3, 16, ACF); “Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais.” (JEREMIAS 29, 11, ACF); “Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei até ele, e com ele cearei, e ele comigo.  Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei com meu Pai no seu trono.” (APOCALIPSE 3, 20-21).





                                    

BIBLIOGRAFIA

A BÍBLIA SAGRADA, traduzida em Português por JOÃO FERREIRA DE ALMEIDA, edição corrigida e revisada, fiel ao texto original. Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil: São Paulo, 2011.



DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS, representação da UNESCO no Brasil, disponível em http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001394/139423por.pdf, pesquisado em 01.09.2016, Brasília, 1998.



O LIVRO DE MÓRMON, Outro testamento de Jesus Cristo, A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias: Salt Lake City, Utah, EUA, 1995.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Tomando posse de nossa essência

                   Enquanto criaturas de Deus, a essência do ser humano apresenta dois elementos indissociáveis: a imagem e semelhança da trindade (Pai, Jesus Cristo e Espírito Santo), acrescida do propósito celestial para a nossa existência: "E disse Deus:  Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra.  E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.  E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.  E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda a erva que dê semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto que dê semente, ser-vos-á para mantimento.  E a todo o animal da terra, e a toda a ave dos céus, e a todo o réptil da terra, em que há alma vivente, toda a erva verde será para mantimento; e assim foi." GÊNESIS 1, 26-30 ACF

                    Irmãos, urge que tomemos posse do que somos, porquanto à imagem e semelhança de nosso Pai celestial, cada um de nós, em Cristo, é poderoso: "Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece." FILIPENSES 4, 13 ACF; "Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito." JOÃO 15, 7 ACF.

                     Dependentes unicamente de nosso criador, redentor e consolador ("Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus." MATEUS 4, 4b ACF), somos dotados de poder para realizar a obra divina: "Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas; Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e sararão." MARCOS 16, 17b-18 ACF.

                     Entretanto, precisamos tomar cuidado com as tentações lançadas por Satanás e seus demônios ("Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais." EFÉSIOS 6,12 ACF), pois elas virão a todos, posto que nem sequer Jesus restou poupado, logo após ser batizado e identificado pelo criador: "E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu filho amado, em quem me comprazo.  Então  foi conduzido Jesus pelo Espírito Santo ao deserto, para ser tentado pelo diabo." MATEUS 3, 17-4, 1 ACF; vez que à medida que crescemos espiritualmente somos cada vez mais perseguidos pelo adversário do plano de Deus para as nossas vidas.

                     Com o nosso viver voltado para Cristo: em constante leitura da Palavra, louvor e adoração ao único realmente digno de glória, precisaremos sobremaneira de revestirmo-nos com a couraça da fé e do amor de Jesus: "Mas nós, que somos do dia, sejamos sóbrios, vestindo-nos da couraça da fé e do amor, e tendo por capacete a esperança da salvação;" I TESSALONICENSES 5, 8 ACF, para nos mantermos irrepreensíveis ("E na sua boca não se achou engano; porque são irrepreensíveis diante do trono de Deus." APOCALIPSE 14, 5 ACF, sem desviar de nosso alvo, do contrário, longe do propósito divino para a nossa existência, não passamos de pó, pecadores: "...porquanto és pó e em pó te tornarás." GÊNESIS 3, 19b ACF; "Deus entende o seu caminho, e ele sabe o seu lugar." JÓ 28, 23 ACF.

                     Fomos feitos no sexto dia como ápice da poder de criação de Deus ("E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã, o dia sexto." GÊNESIS 1, 31 ACF), de modo que nosso papel consiste unicamente em nos mantermos fiéis à nossa essência, ao plano perfeito de Deus para a nossa existência: "Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, que quer que todos os homens sejam salvos, e venham ao conhecimento da verdade." I TIMÓTEO 2, 3-4 ACF.